quinta-feira, 3 de março de 2011


“Na vida de um cão, era comum as paredes terem a pintura arranhada, as almofadas se abrirem e tapetes rasgarem. Como qualquer outro relacionamento este tinha seu preço. E acabamos aceitando este preço em troca da alegria, diversão, proteção e companheirismo que ele nos proporcionava. Poderíamos ter comprado um pequeno iate com o que nós gastamos com nosso cachorro e tudo que ele destruiu. Mas me pergunto: Quantos iates ficam esperando junto á porta o dia inteiro até você voltar? Quantos vivem esperando a chance de subir no seu colo ou descer até a colina com você em um tobogã, lambendo seu rosto?”
(Marley e eu)

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